Eunice Reis, pesquisadora da Embrapa Meio Ambiente explica que o objetivo principal do encontro é contribuir com a divulgação dos estudos científicos recentes de pesquisadores brasileiros sobre o tema, envolvendo os membros da equipe de projeto e promovendo a interação com outros grupos nacionais de pesquisa.
O Sol emite três tipos de radiações que diferem entre si quanto ao tamanho de comprimento de onda: a infravermelha, a visível e a ultravioleta, lembra. “Da radiação ultravioleta, sempre incidiram na superfície terrestre os componentes A (faixa de comprimento de onda entre 320 e 400nm) e uma parte da B (faixa de comprimento de onda entre 280 e 320nm). Os seres vivos precisam delas para sobreviver e convivem bem com a radiação A e com parte da B, que era filtrada pela camada de ozônio até surgirem, na década de 80, os buracos nos dois hemisférios, norte e sul, causados pela ação humana, que permitem a incidência de UV-B com maior energia e maior intensidade sobre a Terra.
“Os efeitos dessa radiação são mais facilmente verificáveis por meio de microrganismos devido às maiores taxas de mutações no DNA”, esclarece a pesquisadora. “Tais mutações causam, por exemplo, o câncer de pele na espécie humana. Na agricultura alguns microrganismos de extrema importância, por serem causadores de doenças em plantas e também utilizados no controle biológico de pragas agrícolas, podem vir a sofrer alterações genéticas em função do aumento das taxas de mutação decorrentes de maior incidência de raios UV-B, o que poderia trazer consequências ecológicas imprevisíveis”.
Na primeira palestra será discutida a indução de alta tolerância ao calor e à radiação UV-B em conídios do fungo Metarhizium anisopliae var. anisopliae. A apresentação será de Drauzio Rangel da Universidade do Vale do Paraíba (Univap).
Às 15h, Fernando Andreote, pós doutorando da Embrapa Meio Ambiente em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) fala sobre hotspots de estudos do efeito da radição UV-B sobre comunidades microbianas.
São 100 vagas gratuitas. Mais informações pelo telefone 19.3311.2653 ou pelo email sac@cnpma.embrapa.br
Cristina Tordin
Jornalista, MTb 28499
Embrapa Meio Ambiente.
O Sol emite três tipos de radiações que diferem entre si quanto ao tamanho de comprimento de onda: a infravermelha, a visível e a ultravioleta, lembra. “Da radiação ultravioleta, sempre incidiram na superfície terrestre os componentes A (faixa de comprimento de onda entre 320 e 400nm) e uma parte da B (faixa de comprimento de onda entre 280 e 320nm). Os seres vivos precisam delas para sobreviver e convivem bem com a radiação A e com parte da B, que era filtrada pela camada de ozônio até surgirem, na década de 80, os buracos nos dois hemisférios, norte e sul, causados pela ação humana, que permitem a incidência de UV-B com maior energia e maior intensidade sobre a Terra.
“Os efeitos dessa radiação são mais facilmente verificáveis por meio de microrganismos devido às maiores taxas de mutações no DNA”, esclarece a pesquisadora. “Tais mutações causam, por exemplo, o câncer de pele na espécie humana. Na agricultura alguns microrganismos de extrema importância, por serem causadores de doenças em plantas e também utilizados no controle biológico de pragas agrícolas, podem vir a sofrer alterações genéticas em função do aumento das taxas de mutação decorrentes de maior incidência de raios UV-B, o que poderia trazer consequências ecológicas imprevisíveis”.
Na primeira palestra será discutida a indução de alta tolerância ao calor e à radiação UV-B em conídios do fungo Metarhizium anisopliae var. anisopliae. A apresentação será de Drauzio Rangel da Universidade do Vale do Paraíba (Univap).
Às 15h, Fernando Andreote, pós doutorando da Embrapa Meio Ambiente em parceria com a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) fala sobre hotspots de estudos do efeito da radição UV-B sobre comunidades microbianas.
São 100 vagas gratuitas. Mais informações pelo telefone 19.3311.2653 ou pelo email sac@cnpma.embrapa.br
Cristina Tordin
Jornalista, MTb 28499
Embrapa Meio Ambiente.

2 Comentários
Adorei saber sobre os efeitos que radiação ultra-violeta saz com os micros-organismos
ResponderExcluirObrigada querida pela visita, volte sempre e esteja a vontade para comentar e opiniar sobre as postagens.
ExcluirOlá, agradecemos sua visita. Abraço.